Estamos vivendo um tempo em que vários assuntos são abordados pela Internet e existem diversas comunidades de grupos formados por interesses comuns. Encontramos os mais variados grupos e dentre eles, aqueles voltados para a educação online.
Além deste curso, entrei num grupo de línguas. É uma comunidade voltada para a aprendizagem, em que os aprendizes trocam experiências com pessoas do mundo todo. O próprio aprendiz é o professor na sua língua, formando assim uma rede de cooperação.
Diante disso, não tenho dúvidas de que é possível falar em comunidades virtuais na EAD.
Quanto ao que precisa mudar, concordo com a citação abordada no texto proposto para leitura, em que Silva (2001)afirma que a aprendizagem está cada vez mais independente da sala de aula, mas a socialização necessita cada vez mais de espaços possibilitadores deste fenômeno. Para ele, o professor “hoje tem dar conta” do espaço virtual, neste caso das comunidades virtuais de aprendizagem, estas que não podem limitar-se ao falar-ditar tradicional e acrescento que o professor não é mais o único responsável pelas aulas e sim uma equipe, pois não estamos em uma sala de aula com giz e apagador. Estamos diante de um complexo de programas em que são usados diversos recursos e isso demanda preparo em que cada personagem dessa equipe tem suas particularidades. Há que se preparar, planejar, projetar, pesquisar, organizar de forma que todos os envolvidos interajam e o aprendiz é um dos personagens desse processo. Enfim, o conhecimento é construído coletiva e colaborativamente.
Há ainda a dificuldade para aquisição do computador e acesso à Internet, mas acredito que esse seja um fator social encontrado em todo o mundo. Caberia ao governo elaborar projetos para esse fim.
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